quinta-feira, 19 de maio de 2011

EB1 do Outeiro - Germinação

ACTIVIDADES REALIZADAS
Visualização de um powerpoint com algumas imagens de sementes e texto informativo com as suas características;

Observação das sementes (feijão, lentilhas, couve, tremoços, favas, girassol, sésamo, feijão verde, feijão vermelho, feijão frade, feijão vermelho, feijão manteiga, noz, avelã, milho), e registo das suas características;

Realização da experiência no sentido de encontrar resposta para a questão-problema “Será que as sementes alteram a sua forma em contacto com a água?”, partindo de questões colocadas pelos alunos;

Abertura da semente da feijoca e do tremoço e observação das suas características físicas;

Realização da experiência no sentido de encontrar resposta para a questão-problema “Será que a semente do feijão germina, privada da luz solar e de água?”, partindo de questões colocadas pelos alunos;

Registo ilustrativo dos diferentes passos da experiência no caderno diário dos alunos;

Preenchimento das folhas de registo da experiência realizada;

Realização de trabalhos diversos:
- produção de textos narrativos e descritivos: “Se eu fosse um feijão…”, “A Viagem do feijão frade!” e “Registo da experiência realizada”.


EB1 do Bairro

EB1 do Outeiro - A Galinha

ACTIVIDADES REALIZADAS
- Visualização do PowerPoint com a história “A Galinha Vermelha”, uma versão da história “A Galinha Ruiva”;

- Exploração oral da história, com destaque para a caracterização física da galinha;

- Realização da experiência no sentido de encontrar resposta para a questão-problema “Será que as galinhas voam?”, partindo de questões colocadas pelos alunos;

- Observação das características físicas da galinha;

- Realização da experiência: colocou-se a galinha num espaço aberto, durante cerca de 15 minutos, para ver se ela voava;

- Leitura do texto informativo com a classificação, locomoção, comportamentos, morfologia, alimentação, ecossistemas e forma de reprodução da Galinha;

- Preenchimento do Bilhete de Identidade do Galinha com base nas informações do texto informativo;

- Preenchimento das folhas de registo da experiência realizada;

- Realização de trabalhos diversos:
- decoração de um desenho de uma galinha;
- pesquisa de características e curiosidades da galinha e produção de textos;
- realização de um acróstico com a palavra Galinha.



EB1 do Outeiro - O Peixe

Actividades Realizadas:


-  Visualização do PowerPoint com a história “O Peixe Arco-Íris”;

- Exploração oral da história, com destaque para a caracterização física do peixe;

- Realização da experiência no sentido de encontrar resposta para a questão-problema “Será que os peixes têm dentes?”, partindo de questões colocadas pelos alunos;

- Observação do interior de um peixe e identificação de alguns órgãos que o compõe: guelras, barbatanas; interior da boca, …

- Leitura do texto informativo com a classificação, locomoção, comportamentos, morfologia, alimentação, ecossistemas e forma de reprodução do Peixe;

- Preenchimento do Bilhete de Identidade do Peixe com base nas informações do texto informativo;

- Preenchimento das folhas de registo da experiência realizada;

- Realização de trabalhos diversos:
- ilustração do peixe;
- pesquisa de características e curiosidades do Peixe e redacção de um texto;
- produção de textos narrativos sobre o Peixe.



EB1 da Carvalhosa - A Borboleta

A EB1 da Carvalhosa, uma vez mais, empenhou-se na implementação da terceira Mini-oficina no âmbito do Projeto “Ciência na Escola”, agora com o estudo da Borboleta.
As borboletas são insetos magníficos cheios de cor e graciosidade. Estudar este animal tão pequeno e delicado foi extremamente interessante.
Os alunos começaram por ouvir a leitura dramatizada da história “ A Lagartinha muito comilona” de Eric Carle; inteirar-se e contactar com as características externas deste animal.
Foi interessante ver os olhitos brilhantes das nossas crianças a cintilar de alegria pelas descobertas efectuadas através da observação, pesagem e medição da borboleta. Posto isto, foi tempo de procurar uma lagartinha para responder à questão problema lançada pelos alunos: “ Quanto tempo demora a metamorfose de uma borboleta?”
Este momento revestiu-se de muita importância. O contacto com a Natureza e a observação de todo o processo de transformação de uma borboleta desde a fase larvar até à fase adulta foi alvo de muita atenção, curiosidade e criatividade que se reflectiram em todos os momentos sequentes.
Foram elaborados trabalhos de natureza diversa e interdisciplinar: redação de poemas, acrósticos; construção de borboletas com recurso a materiais recicláveis, mobile; elaboração de elementos decorativos para completar o cartaz geral deste projeto.



quarta-feira, 18 de maio de 2011

EB1 de Nadais - A Abelha

Voando e descobrindo com a abelha de Nadais

No seguimento do projecto “Ciência na Escola”, os alunos da EB1 de Nadais desta vez decidiram abandonar os caracóis e voar para outros destinos.
Pois é, nada melhor do que pedir boleia a uma abelha e tentar saber coisas engraçadas mais importantes deste animal, que por vezes “pica”.
Assim, foram trabalhadas algumas questões-problema, para tentar saber acerca das asas, das patas e dos olhos deste animal a quem alguém já baptizou de Abelha Maia.
Para isso, os alunos puderam investigar principalmente através da internet as características físicas mais importantes, bem como os seus hábitos e habitat, entre outros.
Também tivemos a oportunidade de observar bem mais de perto, recorrendo a lupas, uma abelha capturada. Pudemos observar então que, a abelha é um pequeno insecto peludo, com riscas amarelas e pretas, com três pares de patas e com 5 olhos.
Com todos estes dados recolhidos visualmente, decidimos ir procurar na internet a razão de a abelha ter esta morfologia, para que pudéssemos dar resposta às três questões-problema.
Aprendemos que relativamente às patas, um par serve para limpar as antenas, o segundo par para dar apoio à abelha e o terceiro para ela poder retirar o pólen das flores.
Ficamos a saber que a abelha possui 5 olhos, sendo dois bem grandes e três mais pequenitos. Os dois olhos grandes situam-se nos lados da cabeça, para ela poder ver tudo o que a rodeia e os outros três ficam no centro da cabeça em forma de triângulo, onde apenas detectam a intensidade luminosa. Relativamente aos seus olhos, ficamos a saber que as abelhas não distinguem a cor vermelha e que os seus grandes olhos conseguem aumentar até 60 vezes o tamanho das coisas que estão mais longe!! Foi engraçado saber que nós poderíamos medir 84 metros!!!!
Relativamente às suas asas, descobrimos que a abelha tem dois pares de asas membranosas, bem desenvolvidas sendo o par anterior maior que o posterior. E foi tão giro ver aquelas asas pequeninas tão grandes através do microscópio.
Depois de recolher toda esta informação, cada aluno registou tudo isto, para então chegar a várias conclusões e às respostas pretendidas.
Posteriormente, pudemos observar alguns documentários sobre a produção do mel. Toda esta descoberta à volta da abelha levou-nos a perguntar como se faz o mel. Sim, aquele alimento doce e que alguns fazem “cara feia”, porque não sabem como é bom e faz bem à nossa saúde.
Para acabar, ficamos curiosos em saber quem foi a Abelha Maia, porque no ano passado até nos disfarçamos de abelhas no Carnaval e dançamos a música dela. Os nossos professores explicaram-nos que quando eram pequeninos viam os desenhos animados da Abelha Maia e quisemos também ver. Achamos piada em saber que a abelha que estivemos a estudar podia ser muito bem a Abelha Maia.

  
 

JI de Manhouce - A Abelha

Após a apresentação multimédia realizada pela Educadora de Infância, foi proposto às crianças, a observação ao microscópio da asa posterior de uma abelha. O interesse foi geral. Cada criança observou com bastante pormenor e nitidez, a cor, as nervuras ramificadas e pequenos pontos presentes nesta estrutura membranosa.
Os objectivos propostos foram atingidos. As crianças adoraram esta actividade.
Esta actividade proporcionou uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos dentro do contexto da sala de actividades, estimulou o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, promoveu o contacto com a experimentação científica, despertou nas crianças algumas questões acerca da abelha.




JI da Igreja - A Borboleta

O Jardim de Infância de Igreja integrou o projeto da Fundação Ilídio Pinho Curiosidades do Nosso Mundo—Animais e Plantas. O animal a observar era a Borboleta.
As crianças visionaram um Power-Point com imagens e descrições das borboletas, do seu ciclo de vida e da sua alimentação.
Aprenderam que a borboleta começa como uma lagarta que nasce de um ovinho, que essa lagarta come muito até um dia se fechar num casulo; ficaram a saber que enquanto está dentro do casulo não come e que depois este se abre, deixando sair finalmente uma borboleta.
Aprenderam que a borboleta tem 2 pares de asas para voar, um tórax e um abdómen, uma cabeça com uns grandes olhos e uma tromba que serve para se alimentar do néctar das flores e que tem ainda umas patas que ao levar o pólen agarrado quando voam de flor em flor ajudam as plantas a reproduzir-se.
Como o Borboletário do Porto está encerrado não pudemos fazer uma observação directa tão rica como desejávamos, mas mesmo assim as crianças observaram uma borboleta que esvoaçava nas flores da nossa horta.
Foram realizadas outras actividades:
- Pintaram e recortaram uma borboleta para pôr no dedo e fazer “esvoaçar” enquanto cantavam a canção ”Borboleta Linda”.
- Fizeram registos em desenho do ciclo de vida da borboleta e das partes que a constituem.
- Fizeram, pintaram e recortaram, “Borboletas brilhantes” em cartolina.
- Trabalharam a história “A lagarta Zazá”.
O colorido e delicadeza das borboletas encantam as crianças que por isso aderiram com entusiasmo às actividades.


Curiosidades do nosso mundo borboleta
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terça-feira, 17 de maio de 2011

JI do Bairro - O Grilo

Ilídio Pinho ” Curiosidades do nosso Mundo” - O GRILO

Dando continuidade ao projecto Ilídio Pinho ” Curiosidades do nosso Mundo” e com o objectivo de proporcionar uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos, dentro do contexto da sala de aula, estimular o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, promover o contacto com a experimentação científica, despertar os alunos, para algumas questões acerca dos seres vivos que as rodeiam, desenvolver a capacidade de aprender através de comparações entre animais – classificação, morfologia, locomoção, alimentação, comportamentos e desenvolver a capacidade de observação e os diferentes sentidos através da exploração de situações experimentais relativas a animais, foram preparadas as seguintes actividades:
ACTIVIDADES REALIZADAS:
- Visualização do PowerPoint com a fundamentação sobre o grilo.
- Visualização do PowerPoint da história “O grilo verde” de António Mota.
- Exploração oral da história, “O grilo Verde” a partir do livro, com destaque para a relação entre os animais que nela participam – os grilos pretos e o grilo verde.
- Vídeo ilustrativo de como se apanha um grilo “Sons da natureza”.
- Vídeo “Serenata do grilo” canção da Xuxa.
- Observação a olho nu, com a lupa e com o microscópio do grilo macho e fêmea.
- Registo gráfico, pintura de duas imagens do grilo.
- Construção de um fantoche – grilo verde e o grilo preto.
Na sala, depois de feita a apresentação multimédia, observámos os grilos a olho nu e com a lupa. Concluímos que os grilos são pequenos quando os vemos a olho nu, mas são grandes vistos com a lupa. Nos grilos que observamos, verificámos que têm um corpo todo preto, com uma pequena faixa dourada, têm 6 patas e duas antenas, tem pelinhos nas patas. Aprendemos que existem também grilos pretos, verdes e castanhos. As diferenças entre os grilos machos e os grilos fêmea são as seguintes, os grilos machos têm dois rabos e só eles cantam, friccionando uma asa na outra. Os grilos fêmea têm 2 rabos, mas no meio destes, existe um canal chamado ovipositor. Os grilos comem verduras. Após a apresentação multimédia e da observação do grilo foi proposta a pintura de duas imagens de grilos e a construção de um fantoche do grilo. As crianças aderiram com entusiasmo a esta actividade e corresponderam ao desafio lançado.
O Pai da Leonor trouxe para o Jardim de Infância a terra com as ervas e as luras onde apanhou os grilos. Depois de os observarmos, voltamos a colocá-los no seu habitat, que foi reconstruído dentro dum depósito.
Após a apresentação multimédia do grilo foi proposta a construção de um fantoche do grilo. As crianças aderiram com entusiasmo a esta actividade e corresponderam ao desafio lançado.
Os objectivos propostos foram atingidos e as crianças adoraram esta Mini-Oficina. De uma forma dinâmica, interactiva e motivadora, as nossas crianças expuseram as suas dúvidas, curiosidades e vivências sobre o tema, as quais foram devidamente atendidas e clarificadas demonstrando gosto em aprender novos conteúdos.  Com estas actividades e as tarefas desenvolvidas, foi muito interessante verificar o gosto dos alunos em aprender pela experimentação, e como muitas vezes animais que aparentemente não são novidade…têm muitas surpresas escondidas. À semelhança de outras experiências, as crianças gostaram muito de tocar e sentir os grilos. É sempre o momento de grande euforia, uma mistura de medo e curiosidade.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

EB1 do Bairro - O Grilo

Ao longo do mês de Maio, observámos e realizámos algumas experiências com animais. Com a ajuda dos nossos pais, fomos procurar grilos na terra e, com uma palhinha, fizemos cócegas e metemos os animais numa gaiola com comida.
Na sala de aula, observámos bem os grilos. Verificámos que têm um corpo todo preto, com uma pequena faixa castanha; têm 6 patas e duas antenas. Os grilos machos têm dois rabinhos e cantam muito, pois só assim conseguem encontrar namorada! Os grilos fêmea têm 3 rabinhos, ou melhor, têm 2 rabinhos e, no meio destes, existe um canal chamado órgão ovipositor. Estas são as grandes diferenças entre os grilos macho e os grilos fêmea.
Depois de os analisarmos, devolvemos os animais à Natureza, pois só assim, conseguem sobreviver!



As crianças gostaram muito desta actividade. Penso que a procura de um grilo com os familiares foi muito significativa para elas, bem como a descrição desse processo aos colegas.
À semelhança de outras experiências, as crianças gostam muito de tocar e sentir os animais. É sempre o momento de maior euforia entre todas, uma mistura de medo com curiosidade.
Relativamente à pesagem, medição e desenho, as crianças não sentiram dificuldades. Elas escolheram o grilo que apenas tinha cinco patas para que este não saltasse e facilitasse as tarefas.




domingo, 8 de maio de 2011

EB1 de St.º António - A Mosca

Actividades com moscas
No sentido de despertar as crianças, para questões acerca dos seres vivos que as rodeiam, proporcionando uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos, dentro do contexto da sala de aula e estimulando o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, os alunos desta escola puderam contar com diversas actividades sobre as moscas.
Numa primeira fase foi feita uma contextualização, com a apresentação da história: “A Casa da Mosca Fosca”.


De seguida uma mosca viva surgiu capturada na sala de aula, pelo que se pôde observar as suas características enquanto ser vivo. Foi ainda possível observar uma mosca morta, com a ajuda de uma lupa e do microscópio. As TIC’s também fizeram parte da cadeia de tarefas com a criação e apresentação de um trabalho em power-point.
Numa outra altura houve oportunidade de realizar uma actividade experimental, com muita expectativa à mistura: ”A mosca viverá depois de estar submersa em água durante 3 minutos?”
Por fim, com papel de lustro, recorrendo à técnica de origami, foram feitas moscas bastante originais!


JI das Fontaínhas - O Sapo

Depois da apresentação do filme: “Os animais das lagoas”, onde as crianças tiveram um primeiro contacto com o sapo, as suas características, a sua reprodução, e o seu habitat, foi-lhes apresentado um sapo ao vivo. A 1ª reacção da maioria das crianças foi de repulsa perante o animal. Mas depois veio a curiosidade… e o sapo foi explorado até à exaustão. Passados uns tempos todas as crianças já tocavam no sapo como se de um bicho de estimação se tratasse.
Os girinos e um sapo bebé, também fizeram as delícias das crianças e ainda fazem pois continuam connosco no Jardim e é com grande entusiasmo que as crianças descobrem as transformações quase diárias na sua morfologia.


Outras actividades
Depois de ter sido contada a história do Sapo Apaixonado, as crianças sugeriram fazer a sua dramatização e as Educadoras propuseram-lhe um tipo de teatro diferente. A sugestão foi o teatro de sombras. As crianças depois de lhes ser explicado como se fazia, entusiasmaram -se imediatamente e metemos mãos à obra.




A construção do livro surgiu depois de as crianças terem feito vários registos gráficos muito interessantes. Com a compilação desses registos ficamos com mais um livro na nossa biblioteca, com a vantagem de ter sido feito por nós – Crianças.

Nesta mini-oficina, as actividades e as tarefas foram desenvolvidas pelas crianças com gosto em aprender através da experimentação. Descobrir animais que até eram muito feios, mas agora até são giros(citação de uma criança).

sábado, 7 de maio de 2011

EB1 da Igreja - o Porco


Dando seguimento ao projecto «Ciência na Escola», os alunos investigaram/observaram o porco.
Com o propósito de continuar a desenvolver a capacidade de observação e os diferentes sentidos através da exploração de situações experimentais relativas a este animal, foram planificadas e desenvolvidas actividades estimulantes e motivadoras, dentro do contexto sala de aula.
Para se realizar um trabalho com maior rigoroso e científico, convidámos o Dr. Alberto Ferreira, médico cardiologista, para explicar e mostrar aos alunos o funcionamento de alguns órgãos deste animal.

Como estratégia de motivação, foi convidada uma Encarregada de Educação para fazer a leitura da história: “Os três terríveis porquinhos”.
De seguida, e tendo por base as personagens principais da história, um elemento da comunidade trouxe à escola um leitão, para que os alunos pudessem observar as suas características de morfologia, locomoção, alimentação, comportamento…




Resposta à questão-problema, levantada anteriormente pelos alunos: “O porco terá os órgãos iguais aos do Homem?”,
No confronto de ideias, entre todos os presentes, surgiram novas questões, bastante pertinentes, notando-se grande envolvimento e motivação entre todos.



O estudo deste animal culminou com a realização de actividades lúdicas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

JI de St.º António - A Mosca


Esta actividade teve cinco momentos para a sua concretização:
1º momento: Observação da mosca
 Apareceu uma mosca na sala, apanhamos a mosca e colocamo-la num frasco de vidro.  As crianças eufóricas começaram a falar todas ao mesmo tempo, até que começaram a chegar a algumas afirmações interessantes: A mosca voa; A mosca é preta; A mosca é pequena; A mosca faz barulho com as asas (zunir);
Gostavam de a ver maior? A resposta foi sim em uníssono.
2º momento: Observação da mosca com uma lupa
As crianças viram a mosca com a lupa ainda viva dentro do frasco, mas durante a noite apesar de termos feito uns furos no saco transparente ela morreu. Depois observamos a mosca com a lupa em cima de um papel e vimos que ela tinha na cabeça: dois olhos, duas antenas, em cima do tórax duas asas e debaixo 6 patas e o abdómen.
3º momento: Diálogo sobre o ciclo de vida da mosca
As crianças visualizaram um PowerPoint sobre a mosca: Como sou? Onde vivo? Como nasço? Como cresço? Quem sou eu? O que como?
3º momento: Registo
Em função da faixa etária as crianças efectuaram os seus registos, uns desenhando outros colorindo com lápis de cera e crayon consoante a sua vontade.
4º momento: Leitura da História ”A casa da mosca fosca”.
5º Momento: Dramatização da história para os meninos das turmas A e B da EB1 (semana da leitura)



segunda-feira, 2 de maio de 2011

EB1 da Carvalhosa - O Sapo


Para dar continuidade ao projeto "Ciência na Escola”, a E.B.1 da Carvalhosa foi mais uma vez "À Descoberta do Ambiente Natural" com a implementação da segunda Mini oficina. O sapo foi agora o animal de eleição.
A contextualização a este tema foi efetuada através da visualização retrospetiva e interativa de um tema musical, muito conhecido e que marcou a infância de muitos pais e familiares dos nossos alunos “Eu vi um sapo” de Maria Armanda que ganhou o Skin de Ouro de 1988.
Esta viagem no tempo, foi fantástica, porque não só motivou os alunos como os empenhou de forma mais ativa e contextualizada nas atividades que se desenvolveram.
O primeiro contato com o sapo foi muito engraçado, pois tanto alunos como professores mostraram reações muito diversificadas (saltar, “fugir”, gritar, …). No entanto, depois de observar e conhecer melhor algumas características do animal, todos modificaram as suas opiniões/concepções, dissolvendo-se assim alguns mitos, ditados populares… acerca do mesmo.
Os registos relativos às características externas do sapo foram realizados com muito método, rigor e empenho.
A questão problema levantada pelos alunos foi muito pertinente e importante para esclarecer uma das dúvidas que ainda persistiam “Será que o comprimento dos saltos do sapo é sempre igual?”. Depois da experimentação, verificou-se que os saltos do sapo, neste contexto experimental, foram sempre iguais. Verificou-se ainda e, para descoberta de muitos dos alunos, que o sapo também caminha.
Para finalizar esta Mini oficina, desenvolveram-se diversas atividades das quais destacamos: a construção, com recurso a materiais recicláveis, de sapos, textos, acrósticos, desenhos, … e à entoação coreografada da canção utilizada para contextualização do animal em estudo.


“…eu vi um sapo,… , ho visto un rospo…”



Após a contextualização ao tema e a observação das principais caraterísticas fisiológicas externas do sapo, procedeu-se à verificação da questão-problema.
Pintamos as patas do sapo e colocamo-lo em cima de um papel de cenário; posteriormente efectuou-se a medição do comprimento dos saltos impressos no papel de cenário.
Ao longo de toda a experiência foram utilizadas luvas de forma a garantir a integridade física quer do animal, quer das crianças que se disponibilizaram a pegar nele.
Após a experiência lavamos cuidadosamente o animal para lhe retirar todos os vestígios de tinta (tinta não tóxica).