domingo, 8 de maio de 2011

EB1 de St.º António - A Mosca

Actividades com moscas
No sentido de despertar as crianças, para questões acerca dos seres vivos que as rodeiam, proporcionando uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos, dentro do contexto da sala de aula e estimulando o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, os alunos desta escola puderam contar com diversas actividades sobre as moscas.
Numa primeira fase foi feita uma contextualização, com a apresentação da história: “A Casa da Mosca Fosca”.


De seguida uma mosca viva surgiu capturada na sala de aula, pelo que se pôde observar as suas características enquanto ser vivo. Foi ainda possível observar uma mosca morta, com a ajuda de uma lupa e do microscópio. As TIC’s também fizeram parte da cadeia de tarefas com a criação e apresentação de um trabalho em power-point.
Numa outra altura houve oportunidade de realizar uma actividade experimental, com muita expectativa à mistura: ”A mosca viverá depois de estar submersa em água durante 3 minutos?”
Por fim, com papel de lustro, recorrendo à técnica de origami, foram feitas moscas bastante originais!


JI das Fontaínhas - O Sapo

Depois da apresentação do filme: “Os animais das lagoas”, onde as crianças tiveram um primeiro contacto com o sapo, as suas características, a sua reprodução, e o seu habitat, foi-lhes apresentado um sapo ao vivo. A 1ª reacção da maioria das crianças foi de repulsa perante o animal. Mas depois veio a curiosidade… e o sapo foi explorado até à exaustão. Passados uns tempos todas as crianças já tocavam no sapo como se de um bicho de estimação se tratasse.
Os girinos e um sapo bebé, também fizeram as delícias das crianças e ainda fazem pois continuam connosco no Jardim e é com grande entusiasmo que as crianças descobrem as transformações quase diárias na sua morfologia.


Outras actividades
Depois de ter sido contada a história do Sapo Apaixonado, as crianças sugeriram fazer a sua dramatização e as Educadoras propuseram-lhe um tipo de teatro diferente. A sugestão foi o teatro de sombras. As crianças depois de lhes ser explicado como se fazia, entusiasmaram -se imediatamente e metemos mãos à obra.




A construção do livro surgiu depois de as crianças terem feito vários registos gráficos muito interessantes. Com a compilação desses registos ficamos com mais um livro na nossa biblioteca, com a vantagem de ter sido feito por nós – Crianças.

Nesta mini-oficina, as actividades e as tarefas foram desenvolvidas pelas crianças com gosto em aprender através da experimentação. Descobrir animais que até eram muito feios, mas agora até são giros(citação de uma criança).

sábado, 7 de maio de 2011

EB1 da Igreja - o Porco


Dando seguimento ao projecto «Ciência na Escola», os alunos investigaram/observaram o porco.
Com o propósito de continuar a desenvolver a capacidade de observação e os diferentes sentidos através da exploração de situações experimentais relativas a este animal, foram planificadas e desenvolvidas actividades estimulantes e motivadoras, dentro do contexto sala de aula.
Para se realizar um trabalho com maior rigoroso e científico, convidámos o Dr. Alberto Ferreira, médico cardiologista, para explicar e mostrar aos alunos o funcionamento de alguns órgãos deste animal.

Como estratégia de motivação, foi convidada uma Encarregada de Educação para fazer a leitura da história: “Os três terríveis porquinhos”.
De seguida, e tendo por base as personagens principais da história, um elemento da comunidade trouxe à escola um leitão, para que os alunos pudessem observar as suas características de morfologia, locomoção, alimentação, comportamento…




Resposta à questão-problema, levantada anteriormente pelos alunos: “O porco terá os órgãos iguais aos do Homem?”,
No confronto de ideias, entre todos os presentes, surgiram novas questões, bastante pertinentes, notando-se grande envolvimento e motivação entre todos.



O estudo deste animal culminou com a realização de actividades lúdicas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

JI de St.º António - A Mosca


Esta actividade teve cinco momentos para a sua concretização:
1º momento: Observação da mosca
 Apareceu uma mosca na sala, apanhamos a mosca e colocamo-la num frasco de vidro.  As crianças eufóricas começaram a falar todas ao mesmo tempo, até que começaram a chegar a algumas afirmações interessantes: A mosca voa; A mosca é preta; A mosca é pequena; A mosca faz barulho com as asas (zunir);
Gostavam de a ver maior? A resposta foi sim em uníssono.
2º momento: Observação da mosca com uma lupa
As crianças viram a mosca com a lupa ainda viva dentro do frasco, mas durante a noite apesar de termos feito uns furos no saco transparente ela morreu. Depois observamos a mosca com a lupa em cima de um papel e vimos que ela tinha na cabeça: dois olhos, duas antenas, em cima do tórax duas asas e debaixo 6 patas e o abdómen.
3º momento: Diálogo sobre o ciclo de vida da mosca
As crianças visualizaram um PowerPoint sobre a mosca: Como sou? Onde vivo? Como nasço? Como cresço? Quem sou eu? O que como?
3º momento: Registo
Em função da faixa etária as crianças efectuaram os seus registos, uns desenhando outros colorindo com lápis de cera e crayon consoante a sua vontade.
4º momento: Leitura da História ”A casa da mosca fosca”.
5º Momento: Dramatização da história para os meninos das turmas A e B da EB1 (semana da leitura)



segunda-feira, 2 de maio de 2011

EB1 da Carvalhosa - O Sapo


Para dar continuidade ao projeto "Ciência na Escola”, a E.B.1 da Carvalhosa foi mais uma vez "À Descoberta do Ambiente Natural" com a implementação da segunda Mini oficina. O sapo foi agora o animal de eleição.
A contextualização a este tema foi efetuada através da visualização retrospetiva e interativa de um tema musical, muito conhecido e que marcou a infância de muitos pais e familiares dos nossos alunos “Eu vi um sapo” de Maria Armanda que ganhou o Skin de Ouro de 1988.
Esta viagem no tempo, foi fantástica, porque não só motivou os alunos como os empenhou de forma mais ativa e contextualizada nas atividades que se desenvolveram.
O primeiro contato com o sapo foi muito engraçado, pois tanto alunos como professores mostraram reações muito diversificadas (saltar, “fugir”, gritar, …). No entanto, depois de observar e conhecer melhor algumas características do animal, todos modificaram as suas opiniões/concepções, dissolvendo-se assim alguns mitos, ditados populares… acerca do mesmo.
Os registos relativos às características externas do sapo foram realizados com muito método, rigor e empenho.
A questão problema levantada pelos alunos foi muito pertinente e importante para esclarecer uma das dúvidas que ainda persistiam “Será que o comprimento dos saltos do sapo é sempre igual?”. Depois da experimentação, verificou-se que os saltos do sapo, neste contexto experimental, foram sempre iguais. Verificou-se ainda e, para descoberta de muitos dos alunos, que o sapo também caminha.
Para finalizar esta Mini oficina, desenvolveram-se diversas atividades das quais destacamos: a construção, com recurso a materiais recicláveis, de sapos, textos, acrósticos, desenhos, … e à entoação coreografada da canção utilizada para contextualização do animal em estudo.


“…eu vi um sapo,… , ho visto un rospo…”



Após a contextualização ao tema e a observação das principais caraterísticas fisiológicas externas do sapo, procedeu-se à verificação da questão-problema.
Pintamos as patas do sapo e colocamo-lo em cima de um papel de cenário; posteriormente efectuou-se a medição do comprimento dos saltos impressos no papel de cenário.
Ao longo de toda a experiência foram utilizadas luvas de forma a garantir a integridade física quer do animal, quer das crianças que se disponibilizaram a pegar nele.
Após a experiência lavamos cuidadosamente o animal para lhe retirar todos os vestígios de tinta (tinta não tóxica).

quarta-feira, 23 de março de 2011

EB 2,3 de Arrifana - Dar vida ao rio

Nos locais onde há mais água há mais vida!
Hoje já nem sempre é assim…


Rio Uíma é um afluente da margem esquerda do Rio Douro. Nasce no lugar de Duas Igrejas, na freguesia de Romariz, concelho de Santa Maria da Feira e tem a sua foz em Crestuma, no concelho de Vila Nova de Gaia, ligeiramente a jusante da Barragem de Crestuma-Lever.
Da nascente até à foz percorre, predominantemente de sul para norte, as freguesias de Romariz, Escapões (Nadais), Pigeiros (Várzea), Caldas de São Jorge, Lobão, Fiães, Vila Maior (todas do concelho de Santa Maria da Feira) Sandim, Lever e Crestuma (do concelho de Vila Nova de Gaia). De notar que a etimologia da palavra Crestuma está ligada ao rio Uíma, sendo a provável junção de palavra Crasto com Uíma.
É o principal curso fluvial do concelho de Santa Maria da Feira. Outrora um rio rico em trutas e outros peixes fluviais, desde há muitos anos que tem sido maltratado com descargas de efluentes industriais, inicialmente provenientes de indústrias ligadas a puericultura e brinquedos, localizadas nas Caldas de São Jorge e mais recentemente provenientes das pedreiras de extracção de granito, também da mesma zona.
Actualmente as preocupações ambientais são maiores, existindo até uma associação (Amigos do Uíma) de cariz ambientalista que tem procurado lutar pela sua preservação, até porque tem bastante importância no contexto da localidade termal das Caldas de São Jorge.
Os parques de lazer junto às suas belas margens são já muito visitados, nomeadamente o de Nadais-Escapães, o da Várzea-Pigeiros e outros mais, para além do Parque das Termas, na freguesia de Caldas de S. Jorge.

Dar Vida ao Rio

Ao longo da História, os rios desempenharam um papel fundamental para o homem, como abastecedor de água, como recurso de pesca ou como meio de transporte. Actualmente, contudo, algumas das actuações do homem na bacia fluvial podem trazer consigo graves alterações ao rio como ecossistema.
Sendo 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade, não poderíamos ficar indiferentes, ao estado de «saúde», de um dos rios mais fragilizados do nosso concelho – o rio Uíma.
Foi motivados por esta preocupação que elaborámos o projecto “ Dar Vida ao RIO” com o qual foi feita a inscrição da escola E.B.2,3 de Arrifana no âmbito das disciplinas de Ciências da Natureza e Ciências Naturais, na 9ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “ Ciência na Escola”, cujo tema a concurso é “ Biologia/ Ciências da Terra e da Vida”.
Ao falarmos de espécies há sempre um esquecimento da biodiversidade microscópica, base de sustentação/alimentação dos rios. Observando essa diversidade de espécies ao longo do curso fluvial, formulando hipóteses, poderemos determinar as causas da redução do número de espécies de peixes, nomeadamente das trutas.
A implementação deste projecto consta basicamente em colheitas sucessivas de água do rio em questão em três locais diferentes: Romariz (nascente do rio), Escapães (Nadais) e Caldas de S. Jorge.
A razão da escolha destas três freguesias como locais para a recolha de água para análise, deve-se ao facto de serem localidades com actividades económicas diferentes, logo com impacto ambiental sobre o rio também diferente.
Numa fase inicial do projecto, analisaram-se, em laboratório, as propriedades físicas e químicas das águas imediatamente recolhidas, nos três locais, assim como, da fauna e flora microscópica (plâncton). Ao longo deste trabalho, é fundamental estabelecer a relação entre as propriedades das águas e a maior ou menor diversidade biológica, e determinar assim, o grau de poluição das águas que poderão ser a razão da redução de biodiversidade.
Numa fase de desenvolvimento do projecto, procedeu-se à montagem dos aquários nos quais foi introduzida a água recolhida em cada um dos três locais e, em seguida, a introdução de plantas com propriedades despoluidoras (Elódea e Lentilha-de-água).
Na actual fase de desenvolvimento do projecto, com a aplicação dos recursos que a escola dispõe, os alunos estão a fazer análises químicas, sucessivas, de amostras de água recolhida em cada um dos aquários, correspondentes a cada um dos três locais alvo do nosso estudo, de modo a fazer-se o controlo químico das águas e monitorizar a sua evolução ao longo do tempo. Quando a composição microbiológica e química das águas for a adequada, serão introduzidas ovas de trutas, nos diferentes aquários. Ficamos, para já, na expectativa de que tal seja possível e possamos, desta forma, criar em laboratório, com um processo natural, as condições necessárias à sobrevivência e evolução das trutas.
Os alunos estão entusiasmados e expectantes, pois também eles gostariam de ver devolvida ao rio toda a riqueza que, hoje, apenas ouvem relatar pelos seus pais e avós mas que um dia, este mesmo rio, deixou transparecer.

quarta-feira, 16 de março de 2011

EB1 do Outeiro - A Tarântula

A Tarântula

Com o objectivo de proporcionar uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos, dentro do contexto da sala de aula, estimular o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, promover o contacto com a experimentação científica, despertar os alunos, para algumas questões acerca dos seres vivos que as rodeiam, desenvolver a capacidade de aprender através de comparações entre animais – classificação, morfologia, locomoção, alimentação, comportamentos e desenvolver a capacidade de observação e os diferentes sentidos através da exploração de situações experimentais relativas a animais, foram preparadas as seguintes actividades:

ACTIVIDADES REALIZADAS
• Visualização do PowerPoint com a história “Por que é que as moscas comem à nossa mesa?”

• Exploração oral da história, com destaque para a relação entre os animais que nela participam – aranha e mosca, empregando os termos predador e presa;



• Realização da experiência no sentido de encontrar resposta para a questão-problema “Será que as aranhas comem pão?”, partindo de questões colocadas pelos alunos;






• Leitura do texto informativo com a classificação, locomoção, comportamentos, morfologia, alimentação, ecossistemas e forma de reprodução da Aranha;

• Preenchimento do Bilhete de Identidade da Aranha com base nas informações do texto informativo;

• Preenchimento das folhas de registo da experiência realizada;

• Realização de trabalhos diversos:
- recorte e colagem de papéis de jornais e revistas para preenchimento do corpo da aranha;
- pesquisa de características e curiosidades da Aranha e redacção de um texto;
- produção de textos poéticos sobre a Aranha;
- construção de um cartaz com os trabalhos produzidos pelos alunos.


Jardim de Infância de Manhouce - A Tarântula

A Tarântula

Após a apresentação multimédia realizada pela Educadora de Infância, a tarântula rosa foi colocada na mesa dentro de um aquário de vidro. De seguida foram explicadas as características deste animal.


As crianças observaram com o auxílio de uma lupa o tamanho gigante da aranha, o cefalotórax, o abdómen, os dois olhos, as oito patas, as quelíceras, os pedipalpos, a cor castanha e os pêlos.
Também observaram a alimentação da tarântula constituída por larvas vivas.
Uma criança trouxe de casa duas aranhas pequenas apanhadas no galinheiro pela mãe dentro de uma caixa transparente de plástico. O mesmo procedimento foi aplicado a estas aranhas.
As crianças observaram com o auxílio de uma lupa o pequeno tamanho das aranhas, o cefalotórax, o abdómen, as oito patas, a cor verde clara, bege e os pêlos; não conseguiram observar os olhos, as quelíceras e os pedipalpos devido ao seu pequeno tamanho.

Por comparação constataram que a alimentação destes pequenos animais são moscas, abelhas, baratas e
grilos que as aranhas matam para se alimentar.




Após a apresentação multimédia da aranha foi proposta a construção de um móbil de aranhas. As crianças aderiram com entusiasmo a esta actividade e corresponderam ao desafio lançado.
Os adultos cortaram com uma tesoura as caixas de ovos em duas partes para representar o cefalotórax e o abdómen.
As crianças uniram com cola UHU estas duas partes para obterem um cefalotórax e um abdómen tridimensional. De seguida pintaram-nas com tinta de acordo com a cor da aranha escolhida. Depois colocaram as oito patas, construídas com fio de metal revestido para moldar, de acordo com a cor da aranha escolhida. Por fim colaram a quantidade de olhos pretendida (2 ou 4).
Com a ajuda dos adultos o móbil foi pendurado no hall de entrada do Jardim de Infância.






Os objectivos propostos foram atingidos. As crianças adoraram esta Mini-Oficina «À Volta da Aranhas». Esta sessão proporcionou uma abordagem estimulante e inovadora dos conteúdos programáticos dentro do contexto da sala de actividades, estimulou o gosto pela ciência e a vontade de aprofundar conhecimentos, despertou nas crianças algumas questões acerca das aranhas, desenvolveu a capacidade de observação dos diferentes sentidos através da exploração de situações experimentais relativas a este animal.

Jardim de Infância de St.º António - O Pássaro

Pássaro

Esta actividade teve cinco momentos para a sua concretização:
1º momento: Observação/Exploração do Periquito
Foi apresentado às crianças os periquitos numa gaiola. Num primeiro momento as crianças tiveram uma reacção de surpresa, depois começaram a querer falar todas ao mesmo tempo. Até que começámos a chegar a algumas afirmações interessantes:
O periquito é um pássaro;
O Periquito tem dois olhos pretos;
Tem penas:  um é verde e outro azul;
Tem patas;
O periquito põe a cabeça no comedouro;
Os periquitos não correm, voam;
2º momento: Diálogo sobre o ciclo de vida do periquito
As crianças visualizaram um powerpoint sobre o periquito (de que local é originário no estado selvagem, como vivem; acasalamento, nascimento e estado adulto);



 
3º momento: Registo
Em função da faixa etária as crianças efectuaram os seus registos, uns desenhando outros colorindo com lápis de cera e pincel e outros com o dedo de acordo com a sua vontade.
4º momento. Leitura da História: Manuel e os Pássaros
5º Momento: Audição da canção do periquito Azul




Construção do Periquito


ELABORAÇÃO DA ESTRUTURA – CORPO DO PERIQUITO
- As crianças trouxeram rolos de papel higiénico (os tubos interiores) – colaboração da família
- Tapámos as extremidades com jornal amassado;
- Pintura a pincel dos rolos de papel higiénico da cor que as crianças quiseram;
ELABORAÇÃO DAS ASAS / BICO /PERNAS E PATAS
- Contornámos a mão direita e a esquerda de cada criança (asas);
- Cortámos o arame e fizemos o bico curvo, as pernas e recortámos em cartolina amarela as patas;
MONTAGEM DO PERIQUITO
- Colocámos duas penas na parte de cima para fazer o rabo do periquito;
- Colámos os olhos e o bico;
- Colámos as mãos a fazer de asas;
- Espetámos as patas no arame e colámos ao corpo;



EB1 de Nadais - O Caracol

Na mini-oficina “ À descoberta …do caracol” realizada no âmbito do projecto da Fundação Ilídio Pinho os alunos tiveram o privilégio de “olhar com outros olhos” para um animal que todos conheciam bem…ou pensavam que conheciam!?...
Primeiramente, os alunos tiveram oportunidade de visualizar e explorar um PowerPoint Intitulado “ A nuvem e o caracol” baseado num conto de António Torrado.
Deste modo, e porque a personagem principal era o caracol o diálogo foi orientado de forma a descobrir e dar a conhecer as concepções que cada um tinha relativamente a este animal, desde a seu aspecto, à locomoção, ao tipo de alimentação, habitat natural… certo é, que suscitou diferentes sensações (a constatar pelas expressões faciais de alguns alunos)!
Foi possível assim verificar que apesar de muito semelhantes, os caracóis não tinham todos as casas iguais, e que alguns eram preguiçosos e nem saíram de casa para se dar a conhecer. Depois, com cartolinas a servir de bancadas, construímos uma “pista de atletismo” numa secretária e outra no peitoril da janela da nossa sala, marcámos a “Partida” e a “Meta” e registámos os vencedores e a desistência de alguns… Verificámos que os caracóis não andam “a direito”, mas sempre às curvas… Durante este processo os alunos foram fazendo alguns registos no documento “Vamos observar …um caracol”. Desta forma foi necessário registar que os caracóis se deslocam mais rapidamente durante a noite, no escurinho!




A tarefa seguinte, e em sequência da moral da história "O Carnaval na floresta", que falava da beleza e da sua importância, cada aluno construiu um caracol diferente, pois tal como nós humanos, eles são todos diferentes e agora, como uso de plasticinas coloridas, bastante alegres! De seguida decidimos elaborar um espaço onde eles poderiam viver e ser felizes – um Jardim, pois tinha verduras, sombras das flores, humidade… um local simpático para um caracol poder estar sem ser incomodado…

Por fim passámos à resolução de uma situação que gerou alguma polémica e opiniões distintas, mas que tinham sempre na resposta uma das palavras: sim ou não… “Será o Caracol um animal forte?”
Para resolver esta problemática procedemos à resolução de protocolo específico para o efeito, observámos com atenção o que se foi passando e a maioria dos alunos ficou surpreendido com o resultado…o caracol pode parecer e ser frágil, mas que tem força tem! Então não é que um caracol conseguiu transportar, por arrastamento uma pedrinha …andou devagar, mas certo é que conseguiu deslocar-se com uma pedra mais pesada que ele durante um tempo…depois deve ter-se cansado e retirou-se para os seu aposentos e não nos deixou mais usufruir da sua companhia…até ao final do dia de aulas.

Actividades dos alunos do 1º e 3º ano


Com esta actividade e as tarefas desenvolvidas foi muito interessante verificar o gosto dos alunos em aprender pela experimentação, e como muitas vezes animais que aparentemente não trazem novidade…têm muitas surpresas escondidas…preciso é parar, observar, registar, voltar a observar, experimentar…pensar e respeitar!

Jardim de Infância do Bairro - O Gato

O Gato

Na sequência do Concurso de Ideias promovido pela Fundação Ilídio Pinho - Curiosidades do Nosso Mundo - Animais e Plantas, o Jardim de Infância do Bairro-Arrifana, envolveu as suas crianças no projecto de experimentação do animal: o Gato.
A actividade teve início com a apresentação multimédia da história interactiva “ O gato das Botas Altas”. De seguida ouvimos a canção” O gato das botas altas “em MP3. Também foi apresentada, em vídeo, a canção “Atirei o pau ao gato”.
Toda a pesquisa/informação sobre o gato, nomeadamente as suas características (alimentação, morfologia e imagens de algumas raças de gatos) foram apresentadas em multimédia.
As crianças fizeram ainda a dramatização da canção dos “Três Gatinhos” usando chapelinhos, fatos e mascarilhas de gatos.

Na questão-problema que se pôs às crianças “Se o gato cai sempre de pé?”, planeamos a experiência, utilizando uma gata que veio de casa de uma criança que frequenta o Jardim, para poder ser observado directamente e escolhemos vários locais da sala de actividades onde o gato poderia ser colocado em posição de queda.
Com o objectivo de promover o desenvolvimento da capacidade de observação através dos sentidos e estimular o gosto pela ciência, as crianças observaram directamente o gato, experimentaram-no e acompanharam todas as alternativas de situações de queda para, no final, concluírem que nas várias experiências realizadas o gato caiu sempre de pé, apoiado nas quatro patas.



O Filme


As crianças estiveram motivadas e interessadas durante toda a actividade. Participaram activamente colocando questões e fazendo observações nas várias fases do trabalho.
De acordo com os registos orais e gráficos que fizeram, podemos concluir que estas apreenderam os conteúdos apresentados. Utilizámos técnicas diversificadas na abordagem do tema, tornando estimulante e inovadora a aprendizagem dos conteúdos.


Jardim de Infância das Fontaínhas - O Cão

Iniciamos o Projecto “Curiosidades do nosso Mundo-Animais e Plantas” com a primeira Mini-oficina cujo animal de estudo foi o cão. Após apresentação do filme “ Animais de estimação - O CÃO”, trouxemos à escola dois cães de raças diferentes, com os quais as crianças interagiram de forma lúdica, aprendendo sobre a sua morfologia, comportamento, locomoção, reprodução e alimentação. Dialogamos sobre as características de cada um, semelhanças e diferenças. Medimos e pesamos cada um dos cães. Esta experiência permitiu às crianças o despertar para um melhor conhecimento do cão.


Depois destas observações foi colocada às crianças uma questão-problema "O cão encontra carne escondida?", as respostas foram variadíssimas como, por exemplo, "o cão cheira bem vai encontrar", "O cão fareja por isso encontra a carne", "Ele está com fome, por isso vai logo procurar", "O cão não vai encontrar a comida, porque nós vamos esconder muito bem"... Foi importante esta actividade para concluirmos que o cão tem o faro muito apurado. Conseguiu encontrar a carne em 1min57seg.
A actividade decorreu muito bem. De uma forma activa e interessante, os alunos estiveram envolvidos na actividade e conseguiram esclarecer as suas dúvidas iniciais.



Outras actividades:

A construção de um livro tendo por base a história trabalhada:”Os dois bons amigos”, assim como a dramatização da mesma, serviram para realçar que o cão é o melhor amigo do homem.


A actividade foi muito produtiva e, mais uma vez, conseguimos que as nossas crianças sorrissem ao mesmo tempo que aprendiam informações interessantes sobre o animal em estudo.

As crianças do Jardim das Fontaínhas ainda fizeram a dramatização da história "Os dois amigos". Deste trabalho resultou um filme, que fará parte integrante das salas de aula para estar mais disponível para pesquisas, ...


A actividade foi interessante e permitiu a participação e acção de todos os alunos de uma forma integrativa e promotora de novos saberes em diferentes contextos.